terça-feira, 19 de novembro de 2024

PAISAGENS AMAZÔNICAS


Foto belissima de um entardecer às margens do Rio Negro, Manaus-AM 

Se você gostou dessa foto, você pode apreciar muitas outras, visitando minha página "PAISAGENS AMAZÔNICAS", clicando no link abaixo:

https://www.clickasnap.com/uploads

domingo, 2 de abril de 2017

VISITE MANAUS

O QUE VER EM MANAUS


Estamos localizados a poucos quilômetros do Centro histórico de Manaus, onde poderá visitar o Teatro Amazonas, o Mercado Municipal Adolpho Lisboa, o Porto Flutuante de Manaus, o Palácio da Justiça, o Palacete Provincial e seus museus, O Museu do Índio, o Palácio Rio Negro, feiras de artesanatos regionais, entre outros.


Além dos pontos turísticos acima, você pode conhecer aqueles ligados a natureza, como a Praia da Ponta Negra, o Zoológico do CIGS – administrado pelo Exército, o Bosque da Ciência do INPA com seus tanques de manejo e tratamento dos Peixes-boi, seus espécimes de flora e fauna e suas trilhas, o Parque Municipal do Mindú – onde pode interagir com pequenos animais e o mico sauim de cólera, só existente em Manaus, O Parque Estadual Sumaúma - com suas trilhas, o Jardim Botânico, entre outros.


O QUE VER NO ENTORNO DE MANAUS


Você pode conhecer o Encontro das Águas do rio Negro com o Solimões, a Praia da Lua, a Praia do Tupé, os lagos existentes nos municípios da área metropolitana de Manaus, como Iranduba, Manacapuru, Novo Airão – onde poderá interagir com os “botos”. Para o sul da área metropolitana, você poderá conhecer os munícipios de Rio Preto da Eva – com seus igarapés e Presidente Figueiredo – conhecido como a “Terra das Cachoeiras”, os mais próximos de Manaus. Em todos você poderá conhecer o modo de vida do homem interiorano e ribeirinhos.


O QUE VER NO AMAZONAS


Você poderá visitar os Parques Nacionais de Preservação Ambiental das Anavilhanas e Mamirauá, para ver o modo de vida dos ribeirinhos e indígenas e conhecer os projetos de manejo florestal.


O QUE VOCÊ PODE FAZER

Entre as atividades mais comuns destacam-se:

- Visitas aos lagos regionais para conhecer o modo de vida dos ribeirinhos
- Pesca esportivas, pesca de piranhas e focagem de jacarés
- Sobrevivência na selva
- Observação do nascer e por do sol
-Observação de animais, botos, insetos, aves, árvores e plantas medicinais
- Caminhadas e pernoites na selva
- Visita a comunidades ribeirinhas e indígenas
- Canoagem, arvorismo, rapel, tirolesa, camping na selva, trilhas
- Interação e mergulho com os botos

domingo, 25 de dezembro de 2016

Animais da Fauna Amazônica - 1

Abaixo, você poderá apreciar algumas espécies de animais que compõem a Fauna Amazônica.



Tucano - Foto: autoria desconhecida

Papagaio - Foto: Autoria desconhecida

Arara Vermelha - Foto: Autoria desconhecida

Jaguatirica - Foto: Autoria desconhecida

Onça Pintada - Foto: Autoria desconhecida

Cobra Jibóia - Foto: Autoria desconhecida

Macaco Aranha - Foto: Autoria Desconhecida

Ariranha - Foto: Autoria desconhecida

Anta - Foto: Autoria desconhecida
Bicho Preguiça - Foto: Autoria desconhecida

Boto - Autoria desconhecida

Porco do mato - Foto: Autoria desconhecida

Águia Real - Foto: Autoria desconhecida


Cobra Jiboia - Autoria desconhecida


Mico Leão Dourado - Foto: Autoria desconhecida

Onça Pintada - Foto: Autoria desconhecida

Piranhas vermelhas - Foto: Autoria desconhecida

Pirarucu - Foto: Autoria desconhecida


Tamanduá - Foto: Autoria desconhecida

Tatu - Foto: Autoria desconhecida

Tucano - Foto: Autoria desconhecida

Tucunaré - Foto: Autoria desconhecida

sábado, 26 de novembro de 2016

PALÁCIO RIO NEGRO - MANAUS - UM POUCO DE SUA HISTÓRIA

Palácio Rio Negro - Foto: autor desconhecido

O Palacete Scholz foi construído em estilo eclético em 1903 para ser residência particular de um abastado comerciante da borracha, o alemão Karl Waldemar Scholz. O Amazonas era à época um dos estados mais prósperos da União por ocasião do Ciclo da Borracha.

A partir de 1911, em virtude da forte concorrência da produção gomífera em terras asiáticas, houve o iminente declínio do comércio da borracha no Amazonas. Além disso, com advento da Primeira Grande Guerra, a linha de navegação entre Manaus e Hamburgo na Alemanha foi interrompida, o que prejudicou de sobremaneira os negócios do Senhor Scholz.

Foto: Carla Lima

Foto: Carla Lima


Waldemar Scholz, Presidente da Associação Comercial do Amazonas a partir de 1911 e Cônsul da Áustria desde 1913, na infeliz tentativa de sanar suas dívidas, hipotecou o Palacete por 400 contos de réis ao rico seringalista do Purus, Luiz da Silva Gomes, que foi o mesmo que o arrematou em leilão: 
Era o fim da próspera estada de Scholz em terras amazônicas e seu retorno ao país de origem.







O Palacete Scholz foi primeiramente alugado ao Governo do Amazonas por um conto de réis, através do então governador, Dr. Pedro de Alcântara Bacellar que não obstante à crise econômica que se abatia no Amazonas; as deficiências do Erário e das críticas de seus opositores, o adquiriu em 1918 por 200 contos de réis recebendo a denominação de Palácio Rio Negro. De 1918 a 1959, portanto, de Bacellar a Mestrinho, serviu de residência aos governadores e Sede do Governo. De 1959 até 1995, somente como Sede de Governo.

Atividades Desenvolvidas
Promove gratuitamente vasta e eclética programação cultural com exposições de arte de artistas locais, nacionais e internacionais, e visitas guiadas às salas tradicionais do Palácio. Todas com mobiliário de época.

Horário de Funcionamento
De terça a sexta das 8h às 14h e sábado das 9h às 13h.
Acervos do Espaço

Todo o Palácio é mobiliado com mobiliário da época e mobiliário adequado para as necessidades atuais do espaço.

Guias de Visitas
 (Roteiro de visitação do Palácio Rio Negro).
Hall de entrada- recepção aos visitantes, apresentação de todo o contexto histórico do Palácio Rio Negro, bem como sua estrutura arquitetônica.

Desde 1997 o palácio Rio Negro funciona como centro cultural com visitação publica e exposições culturais.

Para chegar lá, clique aqui. 
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Fonte: thttp://www.cultura.am.gov.br/centro-cultural-palacio-rio-negro/


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

PRÉDIO DA ALFÂNDEGA DE MANAUS - UM POUCO DA HISTÓRIA DE MANAUS



O Prédio da Alfândega, faz parte do conjunto arquitetônico do Complexo Portuário de Manaus, tombado pelo IPHAN, como patrimônio histórico nacional de 1987. Foi inaugurado em 1906 e foi construído pela firma inglesa Manaos Harbour Limited, como parte do contrato de concessão do porto de Manaus.

Vista do Rio Negro
De estilo eclético com um misto de elementos medievalistas e renascentistas, trata-se de um dos primeiros prédios pré-fabricados do mundo. O prédio da alfândega, com sua torre e farol edificados com o mesmo material e estilo do edifício completo foi construído em blocos de tijolos aparentes, pré-montados importados da Inglaterra, como uma reprodução dos prédios londrinos do início do século XX.

Em cláusula contratual assinado entre a empresa construtora Manaos Harbour Limited (ganhadora da concorrência para construção do Complexo Portuário) e Governo Federal, estipulou como “obrigatório à construção e doação do edifício necessário e apropriado para a administração da Alfândega”. A planta e orçamento, realizados pelo engenheiro arquiteto Edmund Fisher, ficaram prontos em 1903, mas somente em 1906. O prédio foi construído. Anexa a Alfândega está a Guardamoria, construída no mesmo período e com o mesmo estilo arquitetônico, destinada ao policiamento fiscal nos portos e a bordo dos navios. Este prédio possui uma torre com farol construído em aço e, na época, sua iluminação de arco voltaico produzia uma luz de grande intensidade.
Vista do prédio à partir da Av. Eduardo Eduardo Ribeiro
Em 1907 foi concluída a construção do prédio da Alfândega, que iria funcionar como escritório geral da empresa Manaos Harbour Limited no pavimento inferior e moradia dos diretores no pavimento superior. Juntamente com o prédio foi construído as galerias de esgoto, coisa que poucas cidades no Brasil possuíam. O projeto do prédio é da autoria dos arquitetos H.M. Fletcher e G. Pinkerton.

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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alf%C3%A2ndega_(Manaus) 

domingo, 28 de agosto de 2016

MONUMENTO À ABERTURA DOS PORTOS ÀS NAÇÕES AMIGAS, EM MANAUS


O Monumento à Abertura dos Portos às Nações Amigas, localizado na Praça São Sebastião, diante do Teatro Amazonas, na cidade de Manaus, estado do Amazonas, foi inaugurado em 1900 para comemorar a liberação dos portos do Rio Amazonas ao comércio exterior, em 1866. Obra do escultor italiano Domêncio de Angelis tem estilo neoclássico e foi erigido em mármore, granito e bronze.

Você em algum momento já se questionou sobre o Monumento à Abertura dos Portos? Por que desses objetos? Onde eles foram produzidos? Quem o construiu?, De onde ele veio? O que representam?, O que significa a estátua do cume?, O que significam os anjinhos?, porque 4 continentes e não 5?

Largo de São Sebastião - Foto Marcus Pessoa
O Monumento à Abertura dos Portos fica localizado no Largo de São Sebastião, bem no centro da praça de São Sebastião, de frente para o Teatro Amazonas, esse monumento é comemorativo à Abertura dos Portos e Rios da Amazônia à Navegação Estrangeira, ocorrida em 1866.


Esse monumento não é o original, ou melhor, é mas não é: explico. O primeiro, levantado para comemorar esse acontecimento, era somente um obelisco e foi erguido em 1867, registrando a data do acontecimento histórico. Veja na foto abaixo o primeiro monumento.


Foto: Primeiro monumento à abertura dos portos - autor desconhecido


Para melhor responder à essas perguntas e clarear um pouco os motivos deste monumento, vou me basear em um guia turístico chamado “Caminhando por Manaus”.


Em 1899, com a riqueza advinda da exploração da borracha, ergue-se outro monumento (o atualmente existente) mais imponente e de maior valor artístico, sob a supervisão e criação do artista italiano DOMENICO DE ANGELIS, que na época dedicava-se à decoração do salão nobre do Teatro Amazonas, então em construção.
Foto: Domenico de Angelis - Biblioteca Virtual do Amazonas

Todo o material foi importado da Europa, especialmente da Itália. O granito, por exemplo, foi trazido de Bavena e a frisa, ao meio do monumento, foi fabricado em mármore de Carrara. Os elementos em bronze, na forma de máscaras no estilo antigo, dispostas na frisa, foram fundidos em Gênova.

Foto: Detalhe do monumento - Erika Batista


A estátua, ao cimo do monumento, também em bronze, realizada nos famosos ateliês de Enrico Quatrini, em Roma, é uma alegoria ao comércio.

Abaixo vê-se uma estátua do deus Mercúrio sentado em uma engrenagem (símbolo da Indústria e Comércio), cercado por três meninas em bronze.

Foto: Deus Mercúrio - Click Chicão


Inaugurado em 1900, no ano da comemoração do quarto centenário do Brasil, o monumento simboliza os quatro “cantos do mundo” – África, Europa, Ásia e América, cada um representado pela proa de uma embarcação, com um menino sentado. No barco da África, sentado em uma cabeça que simboliza o Egito, com símbolos também egípcios, um menino segura duas presas de elefante.

Foto: Barco África, de José Hilton Pereira da Silva

O barco da Europa, que exibe uma águia à proa, mostra um menino segurando um globo terrestre.

Foto: Barco Europa, de José Hilton Pereira da Silva

O barco asiático mostra o “croissant”, símbolo dos muçulmanos, caracteres antigos gravados à proa e o menino às costas de um leão.

Foto: Barco Ásia, de José Hilton Pereira da Silva

No barco da América encontram-se agrupados elementos decorativos diversos, com o menino à proa e uma serpente enrodilhada na quilha do barco.

Foto: Barco América, de José Hilton Pereira da Silva

O monumento registra a data de XV de Novembro de 1899, em que se comemora a Proclamação da República do Brasil, ressaltando o nome de José Cardoso Ramalho Júnior, na época governador do Estado.

Foto: Placa Comemorativa, de José Hilton Pereira da Silva

Em 1995 a praça foi integralmente recuperada pela Empresa XEROX DO BRASIL. A maioria das ávores que cercam a praça são Oitis (“Licania tomentosa”) e Viuvinhas (“Petrea volubilis schauer”). O piso com desenhos sinuosos que posteriormente teriam inspirado as calçadas de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, simboliza o encontro das águas dos rios Negro e Solimões.

 
Foto: Monumento a Abertura dos Portos, de Marcus Pessoa

 O monumento em comemoração a abertura dos portos às nações amigas, fica localizado no Largo de São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas e centenária Igreja de São Sebastião, a cerca de 150 metros de onde fica o Ajuricaba Hostel.

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Fonte: http://noamazonaseassim.com.br/historia-sobre-o-monumento-a-abertura-dos-portos-em-manaus/
              https://pt.wikipedia.org/wiki/Monumento_Abertura_dos_Portos